Pois bem. Tanto fez que conseguiu fisgar o cara do frescobol. Montou até família com ele. Dia desses passei por ela, a mesma guria risonha de sempre. Perguntei sobre o cara do frescobol. Tive a impressão que ao me ouvir, ela não conseguiu entender a semântica da pergunta. Sabe, aquilo de juntar o significado do significante? Depois de alguns segundos: - Ahhh tá... Tá bem! Morreu ali a resposta. E já engatamos outros assuntos engraçados. Me despedi com a sensação de que o “Rodo Cotidiano” havia passado por ali...
É meu chapa, tem que ser muito safo para que o rodo não te carregue. O “rodo cotidiano” é implacável, não se engane.
Eureka! Com essa paixão toda, o Falcâo e a Maria Rita espantam qualquer Rodo Cotidiano! É verve pura!
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